Jogatina

novembro 26, 2007

Direto do Cassino Online do Tile para o Blog da T.O.C.A. um impressionante jogo que testa os seus conhecimentos geográficos.

Pegue uma ceva e CLICA AQUI para jogar.

Instruções:

Neste jogo tu deves apontar a localização exata da cidade solicitada. A pontuação ficará de acordo com a distância. Exemplo: É perguntada a localização de Paris. Aponte aonde tu achas que a cidade está localizada.


Oceânica 2007

novembro 20, 2007

Expressões

novembro 14, 2007

Já ouviram a expressão ” Vou ficar plantado esperando por ti”? Cliquem aqui e vejam a foto do cara que a inventou.

Mais informações aqui


E essa, “duas cabeças pensam melhor que uma”, conhecem?

Vejam aqui o maior exemplo disso.


Muñeca System

novembro 13, 2007

Muito bom esse vídeo.

Compre já a sua!!


Mulheres atuais X Mulheres antigas

novembro 10, 2007

As dicas dadas às mulheres atuais realmente não são como as dos tempos antigos. Dêem uma olhada nestas frases de publicações das décadas de 50 e 60:

“Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afeto, sem questioná-lo”. (Revista Claudia, 1962)

“A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas,servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias domésticas”. (Jornal das Moças, 1959)

“Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite, espere-o linda, cheirosa e dócil”. (Jornal das Moças, 1958)

E por fim:

“O lugar de mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza”. (Revista Querida, 1955)

Visto aqui

Nesse verão…

novembro 7, 2007

Como o verão está chegando, a T.O.C.A. lembra:


Carta ao Bradesco

novembro 6, 2007

Recebi por e-mail uma carta aberta escrita por Delman Ferreira (delman@senado.gov.br) e endereçada ao Banco Bradesco. O texto é muito interessante e trata com muita criatividade e ironia de uma grande questão que atinge todos os brasileiros: as taxas bancárias. Vale a pena ser lido.

Senhores Diretores do Bradesco,

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua,ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira,mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante. Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.

Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo o produto, até um pouquinho acima.

Que tal?

Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.

Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço. Além disso, me impõe taxas. Uma “taxa de acesso ao pãozinho”, outra “taxa por guardar pão quentinho” e ainda uma “taxa de abertura da padaria”. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.

Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra preço de mercado pelo pãozinho.

Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma “taxa de abertura de crédito” – equivalente àquela hipotética “taxa de acesso ao pãozinho”, que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.

Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco. Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma “taxa de abertura de conta”.

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa “taxa de abertura de conta” se assemelharia a uma “taxa de abertura da padaria”, pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.

Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como “Papagaios”. Para liberar o “papagaio”, alguns gerentes inescrupulosos cobravam um “por fora”, que era devidamente embolsado.
Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um “por fora” temos muitos “por dentro”.

-Tirei um extrato de minha conta – um único
extrato no mês – os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.

- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa
de R$ 7,90 “para a manutenção da conta” – semelhante àquela “taxa pela existência da padaria na esquina da rua”..

- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre – uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo. Semelhante àquela “taxa por guardar o pão quentinho”.

- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.

Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal.
E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.

Sei disso.

Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.

Sei que são legais.

Mas, também sei que são imorais . Por mais que estejam garantidas em lei, tais taxas são uma imoralidade.

Brasília, 30 de maio de 2006.

Delman Ferreira


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